Deficiências

Deficiência auditiva e de fala

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimaque 900 milhões de pessoas em todo o mundo tem chance de ficar surdo até o ano de 2050, quase o dobrando o número de hoje, e sinalizou aos Governos e sociedade civil que tomem medidas para tentar diminuir este número.

Para a ONU, se prevenir fazendo os exames para se obter antecipadamente o diagnostico seria uma grande arma para o tratamento e para recapacitação.

Podemos dividir as causas das deficiências auditivas em adquiridas e Congênitas. As adquiridas podem ocorrer devido a acidentes ou doenças como caxumba, sarampo, meningite, entre outras. Já as congênitas advêm de doenças durante a gravidez (rubéola, sífilis etc) ou problemas no parto (baixo peso, má oxigenação etc).

É muito comum ouvirmos a expressão surdo-mudo, porém é preciso entender que trata-se de dois tipos de deficiências distintas. Pessoas que já nasceram surdas, com raras exceções, não falam por nunca ter ouvido os sons e por isso não tiveram como aprende-los. O que não significa que ele possua algum comprometimento no aparelho fonador. Existem os surdos oralizados, que através de tratamentos realizados com fonoaudiólogos, conseguem aprender a se comunicar oralmente.

Podem existir surdos que também são mudos devido a alguma alteração psicológica ou comprometimento das cordas vocais, mas estes comprometimentos não são oriundos da surdez.

Todo surdo é deficiente auditivo, mas nem todo deficiente auditivo é surdo. Pois deficiente auditivo pode ser também quem possui um grau leve ou moderado de comprometimento, que muitas vezes pode inclusive ser corrigido com aparelhos.

A língua oficial dos surdos é a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), mas existem os que se comunicam através de leitura labial ou mesmo pela escrita do português.

Para mais informações sobre os direitos das pessoas com deficiência auditiva e de fala clique aqui.

Acesse também:  Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência